- Depois do emblemático Instituto Cervantes de Berlim (desde 2003), agora o novo Instituto Cervantes de Frankfurt (23 de Setembro) …
Diplomacia portuguesa. Questões da política externa. Razões de estado. Motivos de relações internacionais.
29 setembro 2008
Camões não morre de inveja?
Embaixador de Israel. Mensagem clara
Opinião do embaixador de Israel em Lisboa, Aaron Ram,em artigo publicado no JN de 27/09/2008.
De interesse,
a mensagem diplomática - como sói dizer-se -
da parte final.
Não é por acaso
que o embaixador israelita
dá ao dedo
sobre a eventualidade do Irão
ter assento no Conselho de Segurança da ONU.
Mas se mais ninguém estiver disponível
para publicar uma resposta
do embaixador do Irão, Seyed Rasool..
NV cedem espaço físico, químico e nuclear.
Quem cala, consente.
Clicar sobre o texto para ampliar →
Voto dos emigrantes. Por acaso, duas opiniões
- Lá para a noite. Sobre essa questão do voto dos emigrantes, duas opiniões em carteira: uma, a de Fernando Leitão que dá testemunho do muito que tem observado no terreno; outra, a de Eduardo Neves Moreira com o acento político que lhe é próprio. Lá para a noite...
Montantes do 1.º semestre. Clicar e ver o resumo do FRI...
Não será muito "popular" nas Necessidades dizer-se, mas mais de metade das verbas foi para a Associação Mutualista Diplomática Portuguesa, a MUDIP, que não é propriamente um consulado. E o resto que se veja. Então, clicar para ampliar este resumo em janela à parte...
Agenda... Dia 16, vamos ver
O livro tem por título Corrupção e os Portugueses e por sub-título Atitudes, Práticas e Valores, foi organizado por Luís de Sousa e João Triães com a participação de António Pedro Dores, Carlos Jalali e José M. Magone, lá vem prefácio de Maria José Morgado... Maria José Morgado que também vai apresentar a obra no dia 16 de Outubro (Quinta-feira), 15.30horas, no Auditório Afonso de Barros - Ala Autónoma do ISCTE (Av. das Forças Armadas, Lisboa).
Para que haja sossego no continente das Necessidades e nas ilhas adjacentes do FRI, o letring da capa não é Tahoma nem Times New Roman, mas sim Broadway BT e Maria José Morgado sai em Verdana...
Para que haja sossego no continente das Necessidades e nas ilhas adjacentes do FRI, o letring da capa não é Tahoma nem Times New Roman, mas sim Broadway BT e Maria José Morgado sai em Verdana...
Como diria La Palice...
Sim, como diria Jacques de la Palice, entre 21 e 29 de Setembro foram 8 dias. Mas nenhum banco faliu por isto.
Aló? Nada melhor que na íntegra. Sobretudo da Venezuela!
Carta dos Conselheiros da Comunidade Portuguesa na Venezuela, nenhum dos quais se chama Magalhães - um é Jorge, outro Freitas, outra Lucio, ainda outra Almeida e um último Martins.
Sua Excelência, Exmo. Sr. Eng. José Sócrates,
“Afirmar o Nome de Portugal no Estrangeiro”, é promover as relações a todos os níveis e é também garantir a segurança pessoal e jurídica dos seus cidadãos, por isso os membros do Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP) na Venezuela, queremos manifestar o nosso mais profundo repúdio por aquilo que consideramos ser “uma perseguição contra os Portugueses neste país”, com a indiferença das nossas autoridades.Segundo dados recolhidos junto da comunidade no que vai de ano, já foram raptados mais de vinte (20) empresários e comerciantes Portugueses, dez (10) foram assassinados, quatro (4) deles foram mortos nas ultimas três semanas.
Reconhecemos que a criminalidade é um problema mundial da sociedade em que vivemos, mas o que não podemos aceitar, é que não se faça nada ao respeito para combater-la.

É obrigação do Estado Português, velar pela segurança dos seus cidadãos independentemente em que parte do mundo se encontrem, e é também seu dever, exigir que se cumpram os acordos assinados com outros paises no que diz respeito à sua segurança pessoal. Por isso, pedimos ao Senhor Primeiro-Ministro, que inclua nos acordos que Portugal está a assinar com a Venezuela, um compromisso sério por parte do Presidente Hugo Chavez que garanta a proteção e segurança dos emigrantes Portugueses e das suas famílias que vivem na Venezuela.

Senhor Primeiro-ministro, as relações políticas com a Venezuela são muito importantes, como são também o petróleo, o vinho, o bacalhau e o intercambio comercial, mas... O Direito à Vida, tem que estar por encima de todos e quaisquer interesses políticos ou pessoais.Na ultima vez que o Senhor Primeiro-Ministro se reuniu com o Presidente Venezuelano, disse que “sempre que se encontra com ele, está no seu espírito a comunidade que vive e trabalha na Venezuela”, pois agora tem outra oportunidade para lembrar-se dos Portugueses e das famílias enlutadas que ficaram sem os seus familiares e de mostrar aos emigrantes na Venezuela que sim existem 600 mil razões para se preocupar com eles.
Com os nossos cumprimentos,
Os Conselheiros das Comunidades Portuguesas por Venezuela,
- Luis Jorge
Antonio Freitas
Estela Lucio
Maria de Lurdes Almeida
Manuel Martins
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Venezuela
21 setembro 2008
Parabéns ■ Ao domingo, fica mesmo bem
A propósito dos meninos de coro da política internacional, Bismarck revelou-se um ignorante ao dizer que a diplomacia sem as armas é como a música sem os instrumentos. E o canto coral?- Manuel CXXXVI Paleólogo©
- Francisco Falcão Machado, embaixador, chefe da missão no México
- Jorge Roza de Oliveira , ministro plenipotenciário, no gabinete do primeiro-ministro
- João Cabral Côrte-Real , ministro plenipotenciário, director dos serviços para os Assuntos de Segurança e Defesa

- Dia Internacional da Paz (saiba + AQUI )
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Paleólogo
20 setembro 2008
Movimento. Faltou elucidar que...
Ora aqui mataéria que nem os serviços de imprensa do MNE, nem a Cifra, nem o protocolo de estado teriam que elucidar em times new roman 14 sobre o que tem corrido em letra tahoma:
- Obviamente, António Monteiro não condiciona nada que não tivesse que condicionar. Faz 65 anos no dia 21 de Janeiro (mais trabalho para Manuel n.º x Paleólogo...), ficando até ao final do mês para "igualizar" o facto de cada um dos embaixadores dever ficar precisamente um mês "retido em serviço" em Lisboa (Mendonça e Moura - Outubro; Moraes Cabral - Novembro; João Salgueiro - Dezembro, e Seixas da Costa - Janeiro).
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Movimento
Movimento, pontos nos iis. Antes que seja tarde, elucide-se...
Sobre matéria aqui referida, com a ressalva de que era coisa que apenas corria, vamos lá acabar com isso nos corredores. Bebendo-se de fonte limpa e cristalina, as coisas vão ser assim, e não de outra forma:
- Manuel Lobo Antunes assumirá na REPER em 1 de Outubro
- Mendonça e Moura assumirá em Madrid em 1 de Novembro
- Moraes Cabral assumirá na ONU em 1 de Dezembro
- João Salgueiro assumirá em Brasília em 1 de Janeiro
- Seixas da Costa assumirá em Paris em 1 de Fevereiro
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Movimento
Parabéns? ■ Ninguém, desansem…
OLHA QUEM FOI MINISTRO Dois, neste dia: um, o conde da Feira, há precisamente 200 anos, sobre o qual já se disse aqui o essencial; outro, o marquês de Soveral, há 113 anos, pelo que hoje não nos saem duques.
Luís Augusto Pinto de Soveral, primeiro e único marquês do Soveral (ao lado, numa caricatura de Alfredo Cândido), assumiu a pasta dos Estrangeiros, neste dia em 1895 até 1897, no governo de Hintze. Cinco anos antes, mediara a disputa da Inglaterra com o Brasil pela Ilha de Trindade, que a Inglaterra ocupara por julgar abandonada. Após analisar a questão, o marquês deu parecer favorável ao Brasil, parecer que a Inglaterra acatou. Fez carreira pelas legações em Berlim, Madrid e Londres onde acabaria por se fixar, tendo passado pelas suas mãos o difícil dossier das relações luso-britânicas na sequência do Ultimato, com remate no segundo Tratado de Windsor (1899).O marquês de Soveral fez parte do grupo dos “Vencidos da Vida” mas, anos depois desse devaneio de convívio com intelectuais, não se conformou com a implantação da República – demitiu-se das funções e foi conselheiro de D. Manuel II no exílio.
A sua vivência em Londres ficou associada a histórias de charme e a peripécias ousadas, as quais deram origem ao designativo de soveralesco. Homem que ditava a moda em Piccadilly, partia corações, tocava guitarra e cantava o fado, quando oferecia um jantar, brindava os amigos com um prato de bacalhau acompanhado com champanhe. Portanto, diplomacia do bacalhau.
Na embaixada de Portugal em Londres há um retrato do marquês pintado por Medina.
Soveral está hoje esquecido mas nas Necesidades ainda se nota, neste ou naquele, algum estilo soveralesco…
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Dias...
19 setembro 2008
Viva o times new roman 14! Viva!
Uma circular para todos os postos, com o ónus da eloquência para a Cifra, estabelece a grafia das comunicações telegráficas. E então lá se diz que se evite o recurso a itálicos, sublinhados e negritos, mas - haja deus! - desta vez o tipo de letra estatuído é o times new roman 14 e não o tahoma... Há quem diga que se prepara a indicação do timbre e frequência de voz no uso do telefone.
STCDE sobre São Paulo? Nada melhor que na íntegra
Exactamente como se segue. Texto e contexto.
Os trabalhadores dos quadros dos serviços externos do MNE em serviço no Consulado-Geral em São Paulo vêm, de há anos a esta parte e com o apoio do STCDE, a remeter queixas ao Ministério acerca da forma como é gerido aquele posto, até ao momento sem resolução cabal.
Apesar de já ter mudado o responsável do posto, e de terem passado vários Ministros pelo MNE, os trabalhadores insistem, interpelando agora o Ministro Luís Amado sobre o mesmo tema.
GESTÂO DE PESSOAL DEFICIENTE Desde há anos que este posto não tem Vice-Cônsul nem qualquer Técnico para a área social e, na área administrativa, a carência de pessoal só é suprida por “contratados a prazo” ou pela criação de um “call-center” contratado a empresa e com pessoal externo.
Mas, diz a carta agora remetida ao MNE que “muitos dos funcionários do quadro encontram-se subaproveitados ou mesmo sem atribuições de serviço” e “aliados à prática de nos retirarem o trabalho, sobrecarregarem uns e esvaziarem funções de outros, brindando funcionários sabidamente competentes com funções inadequadas; negando-nos informações de serviço quando até estagiários (em numero expressivo) têm acesso à gestão consular, processos individuais, contabilidade consular, Cifra, local de passaportes e BIs, etc.”….
E acrescenta, “a influência negativa das chefias intermédias, principalmente no que toca ao desempenho profissional, carácter, ética e seriedade nos procedimentos. Em São Paulo, actualmente, os serviços da chancelaria estão a cargo de um chanceler que já completou 70 anos de idade e sobre a sua personalidade e “performance” profissional há muito o que dizer”…
DIREITOS LABORAIS DESRESPEITADOS Refere a carta dos trabalhadores “direitos laborais que continuam a não ser respeitados como se constata, por exemplo, na falta dos depósitos do FGTS e regularização da previdência social junto do órgão arrecadador brasileiro, levando o nome de Portugal para a ilegalidade, apesar de, segundo supomos, o MNE fazer a respectiva transferência financeira. Essa situação bloqueia benefícios por doença ou mesmo para reforma, onera o Estado duplamente e acaba empurrando os necessitados para a via judicial, que custa muito caro para todas as partes. A situação é tanto mais estranha quando alguns funcionários beneficiam, não se sabe como nem porque, do privilégio de terem esses pagamentos estritamente em dia. Esse tratamento diferenciado mais contribui para o sentimento de arbitrariedade que mina irremediavelmente a confiança na hierarquia”.
CUSTO DE ACTOS CONSULARES À MARGEM DA LEI Diz a carta a que nos vimos referindo que “não há explicação plausível nem justificação honesta para os valores cobrados a título de actos consulares… tendo em conta a cobrança dos portes de correio sem regra nem padrão e a que os utentes estão sujeitos e obrigados. Convém lembrar que o Consulado não tem controle dos valores pagos, antecipadamente, pelos interessados, por prováveis serviços, que podem ou não acontecer e que se verifica também pelo numero de vales postais à solta e sem identificação. “…
SIADAP FORA DA LEI Paralelamente, os funcionários do CG em São Paulo, denunciam ainda, em carta ao Embaixador e ao Cônsul, a tentativa de impor, nesta altura do ano (!), um pretenso cumprimento de instruções do MNE sobre o sistema de avaliação” 2008 (SIADAP) sem cumprir os preceitos legais sobre esta matéria.
Trabalhadores descontentes
com a gestão do posto
com a gestão do posto
Os trabalhadores dos quadros dos serviços externos do MNE em serviço no Consulado-Geral em São Paulo vêm, de há anos a esta parte e com o apoio do STCDE, a remeter queixas ao Ministério acerca da forma como é gerido aquele posto, até ao momento sem resolução cabal.
Apesar de já ter mudado o responsável do posto, e de terem passado vários Ministros pelo MNE, os trabalhadores insistem, interpelando agora o Ministro Luís Amado sobre o mesmo tema.
GESTÂO DE PESSOAL DEFICIENTE Desde há anos que este posto não tem Vice-Cônsul nem qualquer Técnico para a área social e, na área administrativa, a carência de pessoal só é suprida por “contratados a prazo” ou pela criação de um “call-center” contratado a empresa e com pessoal externo.
Mas, diz a carta agora remetida ao MNE que “muitos dos funcionários do quadro encontram-se subaproveitados ou mesmo sem atribuições de serviço” e “aliados à prática de nos retirarem o trabalho, sobrecarregarem uns e esvaziarem funções de outros, brindando funcionários sabidamente competentes com funções inadequadas; negando-nos informações de serviço quando até estagiários (em numero expressivo) têm acesso à gestão consular, processos individuais, contabilidade consular, Cifra, local de passaportes e BIs, etc.”….
E acrescenta, “a influência negativa das chefias intermédias, principalmente no que toca ao desempenho profissional, carácter, ética e seriedade nos procedimentos. Em São Paulo, actualmente, os serviços da chancelaria estão a cargo de um chanceler que já completou 70 anos de idade e sobre a sua personalidade e “performance” profissional há muito o que dizer”…
DIREITOS LABORAIS DESRESPEITADOS Refere a carta dos trabalhadores “direitos laborais que continuam a não ser respeitados como se constata, por exemplo, na falta dos depósitos do FGTS e regularização da previdência social junto do órgão arrecadador brasileiro, levando o nome de Portugal para a ilegalidade, apesar de, segundo supomos, o MNE fazer a respectiva transferência financeira. Essa situação bloqueia benefícios por doença ou mesmo para reforma, onera o Estado duplamente e acaba empurrando os necessitados para a via judicial, que custa muito caro para todas as partes. A situação é tanto mais estranha quando alguns funcionários beneficiam, não se sabe como nem porque, do privilégio de terem esses pagamentos estritamente em dia. Esse tratamento diferenciado mais contribui para o sentimento de arbitrariedade que mina irremediavelmente a confiança na hierarquia”.CUSTO DE ACTOS CONSULARES À MARGEM DA LEI Diz a carta a que nos vimos referindo que “não há explicação plausível nem justificação honesta para os valores cobrados a título de actos consulares… tendo em conta a cobrança dos portes de correio sem regra nem padrão e a que os utentes estão sujeitos e obrigados. Convém lembrar que o Consulado não tem controle dos valores pagos, antecipadamente, pelos interessados, por prováveis serviços, que podem ou não acontecer e que se verifica também pelo numero de vales postais à solta e sem identificação. “…
SIADAP FORA DA LEI Paralelamente, os funcionários do CG em São Paulo, denunciam ainda, em carta ao Embaixador e ao Cônsul, a tentativa de impor, nesta altura do ano (!), um pretenso cumprimento de instruções do MNE sobre o sistema de avaliação” 2008 (SIADAP) sem cumprir os preceitos legais sobre esta matéria.
Simonetta. Nada mau
- Depois de quase 2.000 cartas expedidas a dizer adeus, reforma de 4.724 euros (como Presidente do Instituto Camões, auferia cerca de 3.700 euros), por 40 anos e 4 meses de serviço, aumentada por emolumentos da Assembleia da República. Se tivesse voltado à Assembleia teria uma reforma muito mais baixa. Nada mau. E nada de adeus porque o filme deve continuar.
E a questão de reis?
- Presume-se que o célebre parecer do MNE sobre a questão de reis - afinal mero documento de «trabalho» - não deve servir lá muito para responder à petição que deu entrada no parlamento, se é que a monarquia aberta também não chegou à Assembleia da República. Quanto a isto o deputado Nuno da Câmara Pereira saberá melhor que ninguém.
STCDE... Muito a contar
- Das bandas do STCDE, muito a contar: saga eleitoral da emigração, consulado de São Paulo. Vamos colocar a escrita em dia.
Parabéns ■

Uma diplomacia tem rentrée quando esteve fora.
- Manuel CXXXV Paleólogo©
- Maria João Franco Coutinho, secretária de embaixada, nos serviços do Médio Oriente e Magreb (?)
OLHA QUEM FOI MINISTRO Para muitos foi ainda agora; para uns tantos foi já há algum tempo; para outros foi noutra era. Mas todos sabem o que se passou.
Melo Antunes, nas Necessidades, neste dia em 1975. Há 33 anos. No dia 26 deste mês entraria em cena Medeiros Ferreira como secretário de estado dos Negócios Estrangeiros, a 29 seria a vez de Rui Machete como secretário de estado da Emigração. Seriam meses quentes para a política externa portuguesa, sobretudo Novembro como muita gente de Angola parece ter esquecido o que ficou a dever pagando a si própria.
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Paleólogo
18 setembro 2008
Macau
- Sim, parece que nos meios diplomáticos chineses não foi bem recebida a ideia de desgraduar o grau do diplomata a ser colocado no consulado-geral de Macau. MAs, à boa maneira chinesa, nunca dirão isso. Responderão muito depois.
Vejam a petição que foi dar a S. Bento!
Pelo que se observa no site oficial do parlamento, há uma petição muito curiosa... Mais uma bota para o ministro Luís Amado descalçar.
Entrem, s.f.f.
- A avaliar, hoje, o número de entradas, já se justifica que amanhã NV retomem o ritmo normal... Entrem, entrem s.f.f.
Parabéns ■ Dia de excepção, para cada um

Um diplomata também não é totalmente hábil se não sabe enroscar um parafuso.
- Manuel CXXXIV Paleólogo©
- Isabel Marques Batoque, conselheira de embaixada, onde?
- Carla Castelo, adida de embaixada, nos serviços das organizações Políticas Internacionais
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Paleólogo
17 setembro 2008
Sendo assim... lá para Janeiro
- Corre que o movimento diplomático de embaixadores estaria "parado", a aguardar a saída de António Monteiro de Paris. Ou seja: sai António Monteiro e depois Seixas da Costa pode partir de Brasília, pelo que só depois desta partida João Salgueiro pode abalar da ONU, condicionando o calendário da ida de Morais Cabral para Nova Iorque, deixando Madrid às ordens de Álvaro Mendonça e Moura cuja saída de Bruxelas é que deixará o terreno da REPER à disposição de Manuel Lobo Antunes saindo das Necessidades. Portanto, só lá para Janeiro é que se saberá ou tomará posse o próximo secretário de estado dos Assuntos Europeus, que pode não ser novo mas apenas próximo... O movimento do castelo de cartas começa em Paris.
Ah! Quase nos esquecíamos!
Coisas & loisas. No dia 8 à tarde, já lá vai, tomou posse o novo director-geral dos Assuntos Europeus, o embaixador José Freitas Ferraz, vindo de Maputo. Curioso e notado foi o facto de, desta vez, ao contrário da loisa que tinha sucedido com a posse de Nuno Brito (como DGPE), estiveram lá o SG (agora, Vasco Valente), o SG-Adjunto, Luís Barreira de Sousa, por caso do mesmo concurso de Nuno Brito, enfim coisas da Casa que se não são coisas, são loisas. Pois, nessa coisa, estiveram presentes todos os outros directores-gerais. Foi um contraste significativo, quanto a hierarquias do MNE. E nem o chefe do protocolo de estado, o embaixador Manuel Corte-Real falhou na coisa.Macau. Reviravolta no consulado?
Com que então, reviravolta? Parece que António Cansado de Carvalho terá agora já o apoio que com Fernando Neves não tinha, não indo para a representação em Genebra mas para... Macau, consulado-geral? Apoio que pode encalhar. Os chineses não gostarão de verificar um down grade (de posto e de categoria do titular) . Sair um ministro plenipotenciário e entrar um conselheiro de embaixada, é coisa que a sensibilidade de Pequim e da região especial não entenderá lá muito bem. Temos a mão de obra mais barata da Europa, mas nem tanto, Vasco Valente.
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Macau
Choque nas Necessidades
- Claro que o suicídio do cabo da GNR dentro do próprio MNE (relato no Correio da Manhã), ontem à tarde, chocou quem soube.
Madeira…
- Ainda há quem aguarde que a assembleia regional da Madeira, em coerência com o que fez pelo Kosovo, aprove uma moção de apoio à Ossétia do Sul e à Abkásia…
Parabéns ■ Mas que bom pretexto para regressar!

Ministro que, podendo, recusa ser ministrão, tem cem anos de perdão.
- Manuel CXXXIII Paleólogo©
- Luís Amado, ministro de estado e dos Negócios Estrangeiros, no Terceiro Andar
- Carlos Antunes, secretário de embaixada, em Harare
OLHA QUEM FOI MINISTRO Neste dia, há 198 anos, precisamente quando mais se justificavam colóquios, seminários e jornadas sobre a viabilidade de Portugal, ou sobre se Portugal existe… Só que jornadas com pensadores parolímpicos não expulsavam invasores franceses.
D. Miguel Pereira Forjaz, com a pasta dos Negócios Estrangeiros, em 1810, na sequência da convenção de Sintra. Militar, participou na campanha do Rossilhão e na Catalunha, como comandante da divisão portuguesa. Membro do Conselho da Regência em 1807. Organizou a resistência militar contra os franceses, com Bernardim Freire, seu irmão, que acompanhou como ajudante general na marcha do Porto para Lisboa. Membro da Junta Governativa de 1808. Par do reino em 1826. Conde da Feira foi em 1820 e não antes.
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Paleólogo
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