Se não há nada, para quê pensar? Basta clicar. E então, para converter números romanos em árabes e vice-versa, não é preciso pensar muito. Basta clicar → aqui. Sejam paleólogos!- Manuel CLX Paleólogo©
Diplomacia portuguesa. Questões da política externa. Razões de estado. Motivos de relações internacionais.
Se não há nada, para quê pensar? Basta clicar. E então, para converter números romanos em árabes e vice-versa, não é preciso pensar muito. Basta clicar → aqui. Sejam paleólogos!
E além disso, não serão os muçulmanos que terão de aceitar a mudança de certas visões para se integrarem onde ninguém os impede de se integrar? Basta ler a missionária que escrevinha no diário Público, designadamente sobre o que perorou a propósito de Eduardo Lourenço, como se comenta → aqui e bem, apesar de, por delicadeza, pareça faltar uma observação incómoda para a missionária que, pelos vistos, não se integra. E não é por falta de políticas.
A PERGUNTA É A DESGRAÇA DA RESPOSTA Por aí, um dilúvio de comentários (alguns até políticos ou de políticos, o que não é a mesma coisa) sobre a abstenção dos emigrantes, o desinteresse dos emigrantes pela coisa pública portuguesa, o afastamento dos emigrantes das causas nacionais, enfim a fraquíssima expressão da participação política dos emigrantes...


COMO O TEMPO PASSA Neste dia, há 28 anos - era MNE, Freitas do Amaral - entraram 14 para a carreira como adidos:
Quando algum ministro julga que a sua fotografia melhora a imagem de Portugal, será aconselhável ver primeiro os negativos.
CASTANHOL DIPLOMÁTICO Não é por nada, mas as castanhas, segundo parece, aí estão e nas Necessidades! Quentes e boas. Nos corredores fala-se das castanhas assadas, nos claustros fala-se em surdina de tal e tal eventual castanhede, nos cruzamentos da Cozinha Velha fala-se que vai haver castanhada aqui ou talvez ali, nas escadas do protocolo fala-se dos arquivamentos de castanhais e castanhais antigos...Ver Letras Oficiais

OLHA QUEM FOI MINISTRO Há 104 anos, num governo de 516 dias, o oitavo governo de D. Carlos, no auge do clientelismo: extinguiam-se lugares dos compadres de uns, para dar vez a compadres de outros, em perfeito rotativismo…
OLHA QUEM FOI MINISTRO Por 17 dias, há 87 anos, após a «Noite Sangrenta» em que o chefe do governo anterior, António Granjo, foi assassinado, tal como os históricos republicanos, Machado Santos e José Carlos da Maia.
ALBERTO DA VEIGA SIMÕES Escritor, jornalista, político, diplomata, investigador, tudo isso, mas foi sobretudo diplomata. Alberto da Veiga Simões subiu vertiginosamente na carreira: cônsul em Manaus em 1915, promovido e colocado em Oslo em 1919, chefe de missão em Viena em 1921, percorrendo toda a Europa, a partir de então, como representante de Portugal em importantes negociações de carácter político e económico. Masi tarde, entre 1933 e 1940, é enviado extraordinário e ministro plenipotenciário em Berlim, onde testemunha as circunstâncias que culminaram na Segunda Guerra Mundial - os relatórios enviados por Alberto da Veiga Simões para as Necessidades são imprescindíveis para o estudo da época. Não foi um particular simpatizante da política do Estado Novo e a sua frontalidade suscitou incompatibilidades que armadilharam a sua carreira. Em 1946 é nomeado para a missão em Pequim mas a sua saúde impede-o de de rumar para a China. Salazar aproveita a oportunidade para o afastar definitivamente, demitindo-o da carreira diplomática.
Dois bons livros para se compreender a personalidade deste diplomata: «Alberto da Veiga Simões: esboço de uma biografia política», de Lina Maria Gonçalves Alves Madeira (Edição Quarteto), e «Correspondência de um Diplomata no III Reich - Veiga Simões: Ministro Acreditado em Berlim de 1933 a 1940», edição patrocinada pela Associação dos Amigos do Arquivo Histórico-Diplomático do MNE.
E FOI MESMO aquilo na SIC, a questão de reis - o soaque de Carnaxide não enganou. No que, por aqui, a questão interessa, ficou-se a saber de um procedimento criminal contra um ex-MNE (Freitas do Amaral), contra o actual MNE Luís Amado, contra diplomatas do MNE (o embaixador ou ex-embaixador em Roma, e o responsável pelos serviços jurídicos das Necessidades), designadamente por calúnia e falsos documentos, como foi dito e ouvido, e por um parecer do MNE sobre quem é ou será rei, que afinal ainda dura, parecer esse que é o busilis da questão.
A diplomacia económica que se torna remediada, já fica mais perto da miséria que é um eixo da economia diplomática.