
O conflito que opõe o PM timorense, Mari Alkatiri, à Igreja Católica, ou é sanado muito rapidamente por via do diálogo ou pode resultar numa crise política interna do Estado que é institucionalmente frágil, quse tão frágil como a Guiné-Bissau. Nas chancelarias, contudo, comenta-se o silêncio de José Ramos-Horta que em nome da CPLP «observou» bem Bissau, podendo observar portanto ainda melhor o que se passa no seu próprio país.
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