Aquele talvez não fosse necessário é mesmo de diplomata... Então numa democracia associativa ainda há lugar para um talvez para eleições com tal tradição?
Diplomacia portuguesa. Questões da política externa. Razões de estado. Motivos de relações internacionais.
19 fevereiro 2006
Diplomacia do talvez. Oh! Que peso o das tradições das Necessidades!
Para dia 20 deste mês de Fevereiro, estão marcadas eleições na Associção dos Cônjuges dos Diplomatas Portugueses (o tal N.º 3 da Calçada das Necessidades). E já não era sem tempo! Margarida Portugal, por exemplo, no último Boletim dessa associação conjugal, em Outubro do ano passado, descreve um encontro com o embaixador António Franco (presidente da ASssociação Sindical dos Diploamtas)nestes termos:
«Depois de elogiar as instalações da ACDP(Cônjuges) que considerou bem melhores que as da ASDP(Diplomatas) e ao lhe ser referido que a ACDP não tinha nesta altura corpos gerentes eleitos, estando entregue a uma Comissão de Gestão, o Embaixador António Franco comentou que talvez não fosse necessário que a Associação tivesse que seguir a tradição de apenas eleger para a respectiva Presidência as mulheres dos Secretários-Gerais do MNE, devendo considerar-se elegível qualquer lista apresentada por um grupo de associados, o que facilitaria a rotação dos corpos gerentes.»
Aquele talvez não fosse necessário é mesmo de diplomata... Então numa democracia associativa ainda há lugar para um talvez para eleições com tal tradição?
Aquele talvez não fosse necessário é mesmo de diplomata... Então numa democracia associativa ainda há lugar para um talvez para eleições com tal tradição?
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