Diego Pautasso, começa assim: "A China deverá tornar-se o maior exportador mundial em 2009, superando a Alemanha, já que a crise financeira afetou mais profundamente o comércio exterior do país europeu. O objetivo deste artigo é justamente buscar compreender como o comércio exterior tem sido fundamental no processo de universalização da Política Externa da China (PECh) no século XXI. Em outras palavras, como a China tem utilizado o comércio exterior para promover o desenvolvimento e, consequentemente, para realizar a conversão do país à condição de potência mundial. Para tanto, se faz necessário compreender o movimento de universalização da PECh assim como o papel exercido pelo comércio exterior na projeção internacional do país oriental... O comércio exterior na universalização da Política Externa Chinesa no século XXI, por Diego Pautasso Diplomacia portuguesa. Questões da política externa. Razões de estado. Motivos de relações internacionais.
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13 dezembro 2009
REGISTO Ò A China...
Diego Pautasso, começa assim: "A China deverá tornar-se o maior exportador mundial em 2009, superando a Alemanha, já que a crise financeira afetou mais profundamente o comércio exterior do país europeu. O objetivo deste artigo é justamente buscar compreender como o comércio exterior tem sido fundamental no processo de universalização da Política Externa da China (PECh) no século XXI. Em outras palavras, como a China tem utilizado o comércio exterior para promover o desenvolvimento e, consequentemente, para realizar a conversão do país à condição de potência mundial. Para tanto, se faz necessário compreender o movimento de universalização da PECh assim como o papel exercido pelo comércio exterior na projeção internacional do país oriental... O comércio exterior na universalização da Política Externa Chinesa no século XXI, por Diego Pautasso
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05 dezembro 2009
REGISTO Ò Miguel Sousa Tavares
Ainda a propósito da cimeira ibero-anericana Miguel Sousa Tavres, escreve no Expresso o que muita gente pensa sobre Lula da Silva e o caso das Honduras: "Lula fez do tema (Honduras) o assunto dominante do início dos trabalhos da cimeira e, quando constatou que as coisas não lhe corriam de feição, protestou contra a ordem dos trabalhos que ele próprio tinha imposto aos outros e foi-se embora". Observa Miguel Sousa Tavares que a postura de Lula "é sintomática de uma deriva populista em matéria de política externa, na senda de Chávez, a que Lula se vem entregando nos últimos tempos" e "daí o seu envolvimento nas Honduras, ao melhor estilo da política latino-americana das aventuras de Tintim, ou a sua lua-de-mel com os ditadores venezuelano e iraniano - este recebido em Brasília a semana passada, com afectuosas declarações de Lula de que o Irão tem o direito ao seu programa nuclear". Mais: "ao mesmo tempo que o ministro brasileiro das Relações Exteriores , Celso Amorim, declarava que o Brasil deve avançar para se dotar de armas nucleares, agora que, segundo ele, interesses estrangeiros não deixarão de cobiçar o chamado pré-sal - uma extensa zona offshore, para lá das 200 milhas, onde acabam de ser descobertos grandes lençóis ede petróleo e que, obviamente, o Brasil reclama como seus." E a concluir: "este estertor final do seu mandato (de Lula), em matéria de política externa, não honra o Brasil" .
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15 novembro 2008
REGISTO Ò Amado
Luís Amado e Obama Este registo vem do dia 10, recorte do Diário Económico, declarações do MNE sobre as perspectivas com Obama. Passaram estes dias com aquele põe-não-ponhas e o deixa-passar-não-deixes. Mas não, aqui se põe e não passa. É claro que em conversa de café, é admissível fazer a reserva de que Obama «pode sem dúvida acabar em decepção». E se não acabar, a conversa de café consente. Mas um ministro dizer isso, para mais chefe da diplomacia, ainda Obama não tomou posse, ainda Obama não tomou medidas, ainda Obama não deu sinais sobre se é um fiel seguidor da doutrina dos interesses gerais, que não é a única doutrina, como se sabe? E o que entende o ministro por «decepção», decepção para os EUA ou para Portugal que nunca mostrou uma decepção por aí além por Bush?
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06 outubro 2008
REGISTO ■
A propósito do congresso Eduardo Lourenço, tratando-se, em parte substancial, de pensar Europa, haja défice ou superávit de Europa, nem um sulco de diplomata.Não tinham, nem têm que estar – não há lei que obrigue, nem intenção que amarre - mas podiam, cabiam e justificava-se tivessem aparecido sulcos de diplomata nem que fosse por intermédio de um rosto, de um ponto de vista de algum diplomata.
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29 setembro 2008
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