23 março 2007

Reino da improvisação.

Como é possível ter havido uma Resolução do Conselho de Ministros sobre matéria cujo teor e implicações o decisor revela desconhecer depois da decisão? Decide-se sobre o consulado virtual sem se saber previamente o que pode ser feito e como pode ser feito?

Eis a missiva agora expedida do MNE para os postos. Comentários ficam para depois.

Assunto: Actos consulares feitos virtualmente

Bom dia, tarde ou noite,

Tendo-se iniciado a fase inicial de análise do Consulado Virtual e da futura aplicação Web do SGC (estilo PEP), agradecia que sugiram que tipo de actos consulares e a forma de os executar, por via remota ou virtual através dum portal de acesso à Internet ou quiosque, de forma a optimizar a execução/realização dos mesmos, ou seja, quais os actos consulares que poderiam ser executados sem a presença física do utente e enviados para o endereço postal do utente.

Outra abordagem será que pensar que tipo de actos consulares poderiam beneficiar de algum registo ou preenchimento de formulários por via remota, para quando o utente se apresentasse no Posto Consular a requerer tais actos, a execução e pagamento do acto fosse mais expedita do que é actualmente através da corrente aplicação SGC.

Até à data já existe uma pequena abordagem no site
www.secomunidades.pt – clicando no item Consulado Virtual clique aqui para saber mais

Os melhores cumprimentos,

Ministério dos Negócios Estrangeiros
G.I.C. - Grupo de Informatização Consular

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