Mas em Portugal, quem vai à agenda do portal do governo fica com a ideia de dois CAGRES em seprado, um de Luís Amado, outro de Nuno Severiano Teixeira, havendo omissão para o CAGRE de João Gomes Cravinho. E quem acede ao site do MNE, fica ciente do CAGRE de Luís Amado e, em separado, de outro CAGRE, o de João Cravinho, não se entrando no quintal do CAGRE de Nuno Severiano Teixeira em cujo quintal, de resto, nada se diz sobre o exercício do CAGRE em defesa. Tanta complicação para coisa tão simples, havendo um só CAGRE e não tanto para cada quintal um CAGRE.Não seria mais simples o portal do governo não omitir um CAGRE e concentrar os três quintais de CAGRES no único CAGRE que é com os três representantes portugueses ; e o MNE não omitir a defesa, e ainda a Defesa pôr em dia a agenda do ministro não omitindo os dois CAGRES do MNE ?
Com certeza, simples pormenor - nem por tais CAGRES vem grande mal ao mundo, nem o país ficará mais néscio, menos ignorante ou ferido na sabedoria. Mas é um pormenor que revela, sem que se queira, o grande cagre dos quintais. Velha pecha.
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