
Diríamos a Bush que, quando há muita fractura exposta, a diplomacia é a ortotedia da política.
- Manuel CLXXVIII Paleólogo©
- Alexandre Duarte de Jesus, secretário de embaixada, em Nicósia
OLHA QUEM FOI MINISTRO Dois: um há 97 anos que bem quis que a Europa o conhecesse por um motivo; outro há 16 anos que a Europa bem conhece por outro motivo
AUGUSTO DE VASCONCELOS Neste dia, em 1911, nos Estrangeiros, cargo que exerceu no governo anterior) acumulando com a chefia do governo (esta, que não foi além de sete meses – no governo posterior continuaria nos Estrangeiros até 1913). Na época em que o novo regime republicano se esforçava por ser reconhecido na Europa. Augusto de Vasconcelos, após as três experiências governativas, partiu para essa mesma Europa - embaixador de Portugal em Madrid em 1913, depois na capital britânica de 1914 a 1919, período em Portugal participou na Primeira Guerra Mundial e quando a embaixada em Londres tinha um papel chave na condução política do conflito. Em 1919 chefiou a delegação portuguesa à Conferência de Paz de Paris, após o que passou a trabalhar na Sociedade das Nações, organismo no qual foi delegado português no biénio 1934-1935, presidindo à Assembleia Geral. Nestas funções ganhou prestígio com os esforços diplomáticos que desenvolveu para pôr termo à Guerra do Chaco que em 1935 opôs a Bolívia ao Paraguai.
DURÃO BARROSO Era 1992, quem nessa altura diria que. E quem advinharia que. E quem daria como certo que. E o dia de de hoje seria uma efeméride que. Como aqui é hábito a propósito de MNE’s que, vala a pena recordar a equipa que então rodeou Durão Barroso nas Necessidades: Victor Martins (Assuntos Europeus), Briosa e Gala (Cooperação), Luís de Sousa Macedo (Comunidades Portuguesas) e Domingos Jerónimo (Adjunto)
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