É claro que Amado-sim, Amado-não, está na ordem do dia. Sem dúvida que na imprensa, rádios e televisões, ou melhor dito, na Lusa, Amado passa bem. Mas acabámos agora mesmo de responder a um Notador estreante que se o MNE fosse da Agricultura, há muito que os tractores estariam a entupir o Rilvas e que a entrada do Protocolo mais pareceria uma caixa de compostagem.E isto a propósito da forma como o MNE, com o conhecimento e cumplicidade do ministro que é de estado, se tem comportado no procedimento administrativo, a propósito do que acontece no conselho diplomático e nos patamares autonómicos da hierarquia da casa que se beneficiam e glorificam do alheamento táctico do ministro, mas sobretudo a propósito dos níveis de intriga, de nepotismo e de falta de transparência que ferem o lombo mais sadio da carreira diplomática.
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