Que um ou outro diplomata que tenha servido Paulo Portas da era de ministro da Defesa troque papéis, ainda se compreende porque a memória não deixa de ser a lavoura de certa diplomacia. Mas que a direcção-geral dos assuntos correlativos de Lisboa ainda não tenha saído dos tempos cunhados por Martins da Cruz ou do «Ministério dos Negócios Estrangeiros e das Comunidades Portuguesas», já custa a acreditar depois das eleições de 2005 e 2009. Todavia é o caso da circular 9/2009 - EMI/DQP dessa direcção-geral e que se reproduz. Ou muito papel se cunhou há cinco anos tanto que ainda se não gastou, ou nas Necessidades para alguns o saudosismo continua a ser aquele submarino que só a defesa bem conheceu.
Diplomacia portuguesa. Questões da política externa. Razões de estado. Motivos de relações internacionais.
15 outubro 2009
Papel cunhado
Que um ou outro diplomata que tenha servido Paulo Portas da era de ministro da Defesa troque papéis, ainda se compreende porque a memória não deixa de ser a lavoura de certa diplomacia. Mas que a direcção-geral dos assuntos correlativos de Lisboa ainda não tenha saído dos tempos cunhados por Martins da Cruz ou do «Ministério dos Negócios Estrangeiros e das Comunidades Portuguesas», já custa a acreditar depois das eleições de 2005 e 2009. Todavia é o caso da circular 9/2009 - EMI/DQP dessa direcção-geral e que se reproduz. Ou muito papel se cunhou há cinco anos tanto que ainda se não gastou, ou nas Necessidades para alguns o saudosismo continua a ser aquele submarino que só a defesa bem conheceu.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário