Quanto a Política Externa, Integração Europeia e Comunidades Portuguesas, os textos que constam no Programa do XVIII e que serão prosas do MNE, como comentários não são maus e como declarações de intenção são textos passíveis de discussão redonda, além de que não trazem grande novidade. Todavia, há por lá insistências incompreensíveis, constatações lapalicianamente dispensáveis, e omissões que não abonam.
No que toca à prosa do MNE, ela não apenas intimida aqui e além - defrauda; não indica um ponto cardeal ou rumos isentos de excepção sediciosa - enumera encruzilhadas; e se guinda Portugal a objectivos de gloríola - não tem golpe de asa.
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