Cooperação...
Certo. Mas quando seremos capazes de, à semelhança dos nossos parceiros europeus, pôr em prática de forma robusta e generalizada, via agências nacionais, mecanismos de execução e fundos da ajuda comunitária aos países africanos?
Para quando a institucionalização de concursos que permitam, reconhecidamente, recrutar os adidos e conselheiros da cooperação mais qualificados, evitando a eternização no lugar de conhecidos e amigos?
CPLP e países lusófonos certo. Mas para quando uma articulação mais efectiva dos nossos interesses com países africanos da órbita anglófona e francófona?
Pombal, cons-emb
Diplomacia portuguesa. Questões da política externa. Razões de estado. Motivos de relações internacionais.
04 novembro 2009
NOTADORES @ Acerta nas feridas
@ Do conselheiro de embaixada Pombal:
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