Portugal deve bater-se por uma ordem internacional que valorize o multilateralismo como mecanismo central para o relacionamento e para a resolução dos conflitos entre Estados e como via para a solução dos principais problemas mundiais. Neste sentido, participaremos nas negociações para um novo Acordo de Comércio Internacional (Ronda de Doha) e para um novo Acordo sobre Alterações Climáticas (pós-Quioto)
Mas é óbvio que deve bater-se! Não é óbvio que será difícil encontrar, num mundo cada vez mais pequeno, alguma ordem internacional que valorize o bilateralismo como mecanismo central? E quanto à Ronda de Doha, o que é que Portugal, participando como espectador passivo, pode fazer que a UE imperativamente não faça? O mesmo para o Acordo sobre Alterações Climáticas...
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