Pois que diferença há entre um velho embaixador alcoolizado e abúlico, e um jovem diplomata tiranete e com genica à força dos chutos?
5 comentários:
Anónimo
disse...
Aos poucos as verdades sobre esta carreira vão-se descobrindo - não é Dr. Carlos Albino?- sobre a espinha dorsal que enforma tão elogiados profissionais! Será credível, isto a título de exemplo, que um representante no Conselho Diplomático da mais alta categoria da carreira tenha deixado como exemplo da sua competência e profissionalismo, um mergulho na piscina do Embaixador da África do Sul em recepção oficial, completamente etilizado? Para além de outras que foi fazendo na impunidade e com a conivência de muitos dos seus pares, que certamente o elegeram. A história desta gentinha vai ser um dia feita. Bastará para tanto juntar as pecinhas.
Por favor reformen a nossa diplomacia com sangue novo vindo de fora, ha tanta gente, na função publica, que podia ser reciclada e dar bons diplomatas com sentido de responsabilidade, sem vicios e fora dos circuitos familiares e de amigos que infestam o Palacio das Necessidades. Estamos no século XXI.Acordem Portugueses.
O último comentário desculpem a honestidade mas, vê-se que não conhece a exigência da carreira enfim... Podem até renovar o quadro concordo profundamente, mas não limitem os 65 anos na actividade externa. Sabe que noutros países nomeadamente, Brasil a idade é de 70 anos. Os melhores embaixadores foram e são muitas vezes, aqueles com mais anos de casa e experiência. A solução não se encontra apenas em sangue novo mas, em critérios de mérito. Vejam Itália, França, Alemanha com grandes estadistas nos últimos 40 anos com idades até bem acima dos 70 anos. Mais uma mudança a ter em conta. Os que sempre cumpriram que têm força e garra não devem ser aposentados mas, aproveitados para o bem e prestígio do País!
5 comentários:
Aos poucos as verdades sobre esta carreira vão-se descobrindo - não é Dr. Carlos Albino?-
sobre a espinha dorsal que enforma tão elogiados profissionais!
Será credível, isto a título de exemplo, que um representante no Conselho Diplomático da mais alta categoria da carreira tenha deixado como exemplo da sua competência e profissionalismo, um mergulho na piscina do Embaixador da África do Sul em recepção oficial, completamente etilizado?
Para além de outras que foi fazendo na impunidade e com a conivência de muitos dos seus pares, que certamente o elegeram.
A história desta gentinha vai ser um dia feita. Bastará para tanto juntar as pecinhas.
Por favor reformen a nossa diplomacia com sangue novo vindo de fora, ha tanta gente, na função publica, que podia ser reciclada e dar bons diplomatas com sentido de responsabilidade, sem vicios e fora dos circuitos familiares e de amigos que infestam o Palacio das Necessidades.
Estamos no século XXI.Acordem Portugueses.
O último comentário desculpem a honestidade mas, vê-se que não conhece a exigência da carreira enfim... Podem até renovar o quadro concordo profundamente, mas não limitem os 65 anos na actividade externa. Sabe que noutros países nomeadamente, Brasil a idade é de 70 anos. Os melhores embaixadores foram e são muitas vezes, aqueles com mais anos de casa e experiência. A solução não se encontra apenas em sangue novo mas, em critérios de mérito. Vejam Itália, França, Alemanha com grandes estadistas nos últimos 40 anos com idades até bem acima dos 70 anos. Mais uma mudança a ter em conta. Os que sempre cumpriram que têm força e garra não devem ser aposentados mas, aproveitados para o bem e prestígio do País!
E como nas NV se tem sublinhado, o limite de idade para conselheiros, é uma injustiça e um desaproveitamento do que o Estado neles investiu.
Sem dúvida, penso que o atual Ministro tem condições para harmonizar a progressão na carreira. Assim espero:) Cumprimentos
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