Oh senhor Cônsul Geral de Portugal em Londres, Miguel Simão Pires, já recebeu esse texto das associações católicas, sportinguistas, portistas, benfiquistas, académicas, radiofónicas, familiares e dos arredores de Viseu, texto esse que, segundo o promotor, «foi decidido e determinado», sem dúvida «após ponderada deliberação» e «por todos em unanimidade» e em que «por todo o exposto se roga a V. Exª que o cargo que o Dr. Rui Faria vem vindo a desempenhar com rigor e honestidade como Adido Social, lhe seja prorrogado pelo maior tempo possível»?- É que é um texto comovente e antes que ele chegue às Necessidades temos que preparar o Terceiro Andar, para a inevitabilidade de uma cascata de lágrimas, de um rio de prantos pelas escadas e de uma inundação das Necessidades. E tudo isto, por uma coisa contrastivamente tão alegre e festiva como foi a rescisão do contrato do adido social da embaixada em Londres, Rui Alvim de Faria, determinada e bem (até já tardava) pelo secretário de Estado António Braga!
Oh senhor cônsul, diga-nos, porque vamos revelar como apenas por e-mail se decide, determina, se faz ponderada deliberação por todos em unanimidade e pelo exposto se roga, numa espécie de assembleia geral de spam.
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