Boa pergunta: "Concurso" ou forma legal para sancionar decisões tomadas a priori, antecipadamente?
A pior das respostas: Não é nada disso!
Diplomacia portuguesa. Questões da política externa. Razões de estado. Motivos de relações internacionais.
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21 agosto 2010
Teoria do caos
Pela teoria do caos, o bater de asas de uma borboleta em Tóquio pode provocar um furacão em Nova Iorque... Nas Necessidades, a elaboração será outra: uma bofetada em Estrasburgo pode provocar uma subida aos altares em Lisboa. E como o embaixador Fernando Neves não sabe disso!
Decidido está
Quanto aos conselheiros de embaixada, já está decidido sobre os que vão entrar. Mas quem somos nós para presumir que o júri não sabe de tudo e mais alguma coisa? Aguardemos a lista.
20 agosto 2010
NOTADORES @ Voltando à questão
@ Do secretário de embaixada Zé Anaxágoras:
Sobre o que as Notas têm escrito, o mesmo parece ir acontecer com o filho de um candidato presidencial, novamente prepocupado e compreensivelmente ocupado com a campanha. Reconheço-lhe sem dúvida diversas qualidades, capacidade de trabalho e sagacidade, já deu os seus tiros nos pés (Timor...), fruto da sua impulsividade e juventude, mas também reconheço algumas dessas qualidades em vários dos 60 candidatos que estão à sua frente. O seu afã na promoção é tal que conseguiu convencer a ASDP (sem que a maioria dos outros diplomatas e associados se apercebesse) a bater-se para que as passagens por Gabinetes e outros postos dirigentes apenas contassem no Regulamento caso tivessem sido feitas no mínimo durante seis meses (e cinco meses e meio não contam para nada? E aqueles que ficaram mais de 2-3 anos não deviam ter mais bónus?), com a esperança de eliminar potenciais concorrentes. No entanto o Concurso demorou tanto tempo a abrir que estas novas regras apenas prejudicam 2-3 pessoas. E a ASDP esqueceu-se de se bater pela mesmas regras no Regulamento do Concurso a Ministro. Bela coerência!
18 agosto 2010
Sinecuras pagas pelo contribuinte e cursos na NATO. Stop.
E os casos de diplomatas que se encontram há meses/anos em casa aguardando colocação, com os impecáveis vencimentos no fim de cada mês sem nada fazerem? Que os funcionários da Casa se sintam chocados, mais ainda quando após tal sinecura, os sinecurados são beneficiados com uma promoção de mau senso ou uma colocação de mau gosto, naturalmente que se compreende. Mas chocados ainda mais ficam os contribuintes que disso tomam conhecimento e que são poucos - por regra essas situações ficam na total discreção e disfarce. Em última análise, é o contribuinte que paga isso.
Com a falta de recursos com que se debatem algumas direcções de serviço da Secretaria de Estado não se entende. Ou as pessoas são incompetentes ou prevaricadoras (também há) e então devem ser postas fora da carreira, ou então não têm capacidades de liderança e por isso não podem aceder às chefias, ou então se são funcionários razoáveis e, como tal, podem ser perfeitamente utilizados no trabalho do dia-a-dia nos serviços, porque não retirá-los das pantufas, dos sofás, dos jogos do Sporting e Benfica, quando não a fazer renda do mesmo género? É evidente que um primeiro-secretário com largos anos de serviço ou um conselheiro de embaixada não têm que ser forçosamente Chefes de Divisão e Directores de Serviço...
Os casos de funcionários diplomáticos que passam largas temporadas em casa (com excepção evidentemente daqueles que o fazem por razões sérias de saúde) é uma questao muito antiga na Casa e dava para uma novela. Aliás, muitos deles são enviados para cursos da NATO em Itália durante seis meses porque não sabem o que lhes fazer. Rica prenda! Stop. Imagine-se a ideia com que os outros países não ficarão da importância que damos a estes cursos. Stop.
Se o ministro não sabe, quem não diz?
13 agosto 2010
Como perguntar não ofende...
- Será verdade que os membros do júri (conselheiros) nem se têm dado ao trabalho de consultar os processos e currículos comentados, sagradamente depositados no gabinete do secretário-geral?
- Será verdade que, a ser aquilo verdade, também não será a primeira vez?
- Será verdade que aparentemente se preparam grandes pulos, de mais de 50, 60 e mesmo 70 lugares, resultado de muito "networking", protecções políticas e outras (as outras do trabalho de sapa), além da benção das passagens por gabinetes governamentais, apenas por serem passagens?
Rotinados, sorridentes e restantes
E com a iminente partida do até agora chefe de gabinete do ministro para Estocolmo, quem vai ser o sucessor? Virá dos corredores do partido? - perguntam uns rotinados. Ou navega já dentro do actual gabinete? - perguntam outros sorridentes. Seja quem for, será capaz de mudar as coisas sinónimas de dúvidas e desfazer as dúvidas antónimas das coisas? Se calhar continuará tudo homónimo - pensam os restantes.
É que basta dia e meio de mergulho nas Necessidades para logo se concluir que há portugueses que são mesmo uns grandes jogadores. E então no tiro al alvo!
É que basta dia e meio de mergulho nas Necessidades para logo se concluir que há portugueses que são mesmo uns grandes jogadores. E então no tiro al alvo!
Carreira. Concurso e "milagres"
Claro que a muitos que são comprovadamente competentes falta a "milagrosa" passagem por um Gabinete, que, na carreira diplomática, é espécie de passaporte destes tempos para uma rápida passagem para escalões mais altos. Alguns desses - comptetentes - é certo que recusaram convites longe de imaginarem o custo do não-passaporte. Longe, portanto, de imaginarem que a progressão na carreira seria resultado de uma avaliação humana e escrutinada do que de um "privilégio" obtido por outorga.
Mas há mais.
12 agosto 2010
Sobre a política da Casa
Parece que há gente que não percebeu muito bem o que apenas se queria deixar sugerido e não propriamente fixar em letra de forma - e então que Tahoma não temos, temos Verdana que é aproximado! Então levam-nos a dizer que as recentes promoções a ministro-plenipotenciário, decididas nas vésperas das férias e que se saldaram por uma importante derrota para o DGPE, premiaram sem dúvida alguns dos melhores, mas mantiveram a mais famosa política da casa da protecção dos amigos descurando novamente o mérito de muitos outros.
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A fábula mostra que...
Ah! Sim!!! Por alguma razão os recentes concursos para conselheiro de embaixada têm acabado nos tribunais e muitas vezes com decisões nada abonatórias para o MNE.
Embaixador após estágio doméstico
Santo Deus Pai das Encóspias! Como se poderá entender que alguém que está há cerca de um ano em casa sem nada que fazer, depois de outros cinco ou seis que não primaram pelo brilhantismo, possa agora enquanto ministro plenipotenciário ser Embaixador de Portugal? Aprendeu em casa?
Conselheiros. Não há meio disto ser claro
Está agora a decorrer o Concurso para Conselheiro, para umas escassas nove vagas que, segundo se diz, podem chegar às 20 com o decorrer do ano. E chegar a conselheiro de embaixada é uma taluda numa carreira que está cada vez mais bloqueada - o que aumenta a frustração entre os diplomatas que andam na faixa etária dos 35 aos 55. Por alguma razão parece que várias dezenas se voluntariaram para o Serviço Diplomático Europeu, o que, também segundo parece, o ministro interpretará como "entusiasmo".
Pois corre pelos diferentes corredores das Necessidade, e por todos os andares, que mesmo antes de começar o concurso para conselheiro, já estaria tudo decidido... Corre mas não se ouve, porque aquilo, por ali nas Necessidades, está cheio de tapetes, alcatifas e capachos de lã que é por onde se corre.
16 março 2010
Portanto, novos embaixadores full rank
Santo Deus! Três são os promovidos, com data de 2010 e não 2009:
- António Jorge Mendes
- João Pedro Zanatti
- Luís Castro Mendes
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24 outubro 2008
21 novos conselheiros. Lista publicada
- Publicada está a lista de 21 novos conselheiros de embaixada. Pode ser vista em Notas Formais
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02 junho 2008
Plenipotenciários, os cinco
- Os cinco, lista provisória dos próximos ministros-plenipotenciários:
- Jorge Roza de Oliveira
- Jorge Torres Pereira
- João Cabral
- Maria José de Morais Pires
- Fernando Tavares de Carvalho
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